HISTÓRIAS COM ASAS
– Então, como vamos de prosas?
– Não me posso queixar. E das que tilintam! Desse lado?
– Vão saindo. Devagar, vão saindo. Mas as minhas prosas não têm essa densidade metálica. Não consigo.
– Há que insistir! Com trabalho, persistência...
– Acredito. Mas, sabe, as minhas prosas, quando as termino e as solto, elas voam.
Augusto Baptista
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