NA SENDA DOS LIVROS
De repente ele aportou num jardim redondo inundado de livros. E gente. E patos, perus, galinhas pedreses, galos de crista vermelha, pavões, garnizés.
Entre stands, estantes, balcões, escaparates, arvoredo, largas avenidas: gente de olho nos livros. E no frenesim literário, na corrente de pernas e sapatos no chão, uma velha pavoa, o filhote atrás. Pequenino, a bem dizer pintainho. E já tão ávido de histórias, de palavras, de letras. Tão na senda dos livros.
Augusto Baptista
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