terça-feira, 28 de agosto de 2018

Enigma 1991
Há cachupa de xaputa?
Augusto Baptista

domingo, 26 de agosto de 2018

Enigma 1990
A Vergonha usa saias até aos pés?
Augusto Baptista

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Enigma 1989
Quando o precipício se abre a teus pés, ousas ou vais à volta?
Augusto Baptista

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Enigma 1988
Seriamente, me digam: não valerá muito mais dois pássaros a voar do que um na mão?
Augusto Baptista

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Enigma 1987
A segurança começa por si, termina por lá?
Augusto Baptista

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Enigma 1986
Quando tudo se aproxima do fim, que novo princípio se anuncia?
Augusto Baptista

domingo, 19 de agosto de 2018

Enigma 1985
O que sobrevém após o pesadelo?
Augusto Baptista
Enigma 1984
Quando te descobres só, o que te resta?
Augusto Baptista
Enigma 1983
Vi há instantes uma gaivota matar uma pomba: crueldade ou fome?
Augusto Baptista

sábado, 18 de agosto de 2018

Enigma 1982
E quando um dia, nunca mais, tu?
Augusto Baptista

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Enigma 1981
A que sabe o amor?
Augusto Baptista

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Enigma 1980
Quem tudo abre, o que esconde?
Augusto Baptista

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Enigma 1979
As piadas secas são curadas no fumeiro?
Augusto Baptista
Enigma 1978
Quando se pagam promessas deve pedir-se a factura?
Augusto Baptista
Enigma 1977
Não arrepia saber que, amanhã, de nós, pó?
Augusto Baptista
Enigma 1976
Em conversa amena nascem grandes tempestades?
Augusto Baptista

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Enigma 1975
Como se escreve gato dormindo?
Augusto Baptista

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Enigma 1974
Fogo: como é que duas consoantes e uma vogal criam tanto dano?
Augusto Baptista
Enigma 1973
Ouve aquele tumulto ao fundo: o mar?
Augusto Baptista

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Enigma 1972
Na hora de dizer chega, dizes?
Augusto Baptista

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Enigma 1971
Lá ao fundo, a correr, vês: é uma loira desgrenhada ou um trigal, cabelo ao vento?
Augusto Baptista
Enigma 1970
Quem anda a ver navios repara nas gaivotas?
Augusto Baptista

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Enigma 1969
Quando o nevoeiro é mesmo cerrado, quem vê o n vê o o?
Augusto Baptista

domingo, 5 de agosto de 2018

O LOBO MAU NO HOSPITAL
OPINIÃO  
SUGESTÕES CULTURAIS
 
José António Gomes
A propósito do último livro que aqui aconselho, começo por recordar que, na reunião da Câmara Municipal do Porto de 31 de Julho de 2018, a vereadora Ilda Figueiredo apresentou uma Proposta de Recomendação que, aprovada por unanimidade, se transforma numa Recomendação da Câmara Municipal do Porto (CMP) ao Governo, para que «desbloqueie a construção da nova Ala Pediátrica do Hospital São João (Porto)». Trata-se, sem dúvida, de um apoio importante da CMP à causa da construção do Hospital São João dos Pequeninos, o Joãozinho, como reclamado em 22 de Julho, na sessão de lançamento de O Lobo Mau no Hospital, a obra de Augusto Baptista que aqui brevemente comento e recomendo, e que é editada pela Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e pelo Centro Hospitalar de São João. Destina-se o produto da respectiva venda (ponto importante) a angariar fundos para a construção da nova Ala Pediátrica do Hospital.
O livro é de um encanto e de uma graça que nos comovem e divertem, tendo contado ainda com as ilustrações de Z. L. Darocha (1945-2016), conhecido pintor que ilustraria também livros para a infância. O seu registo caricatural, hiperbólico, bem-humorado e colorido constitui o complemento ideal da história escrita por Augusto Baptista, a qual parte, como se depreende do título, dos conhecidos contos de Charles Perrault e dos Irmãos Grimm, constituindo mais uma variação hipertextual da célebre narrativa da Menina do Capuchinho Vermelho (que outros, como Roald Dahl ou M. A. Pina também recriaram). Aqui, a floresta, por assim dizer, é o hospital de adultos, embora o Lobo Mau (nesta história, o paciente) comece por ser apresentado pela Menina ao Joãozinho, médico que representa o próprio hospital pediátrico. Não conto o resto; apenas acrescento que o Lobo, a Avozinha e o Caçador terminam, com Joãozinho, em animada dança e cantoria, uma vez curado o pobre Lobo. Os papéis tradicionais estão, claro está, parodicamente invertidos: Capuchinho é activa; o Lobo é quem está em carência.
Gostaria de destacar ainda a irrepreensível concepção gráfica de João Bicker, conhecido designer e professor universitário, que faz desta obra um belo objecto para todos os públicos, crianças ou adultos.
A atitude do governo, já amplamente noticiada, é incompreensível e condenável. A causa (libertação de verbas do orçamento para construção da nova Ala Pediátrica do S. João) é boa. Resta-nos apoiá-la e recomendar que se leia e se dê a ler este livro aos mais novos e não só.

sábado, 4 de agosto de 2018

Enigma 1968
Que ímpeto, energia, vontade, faz crescer os cabelos?
Augusto Baptista

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Enigma 1967
E quando o termómetro chegar aos 100 a água do mar ferve?
Augusto Baptista
O PORTO PELO JOÃOZINHO!
A Câmara Municipal do Porto, na sua reunião de 31 de Julho de 2018, por proposta da vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, decide por unanimidade:

. “Recomendar ao Governo que proceda urgentemente à emissão da portaria de extensão de encargos e de todos os atos e procedimentos administrativos necessários para que a Administração do Hospital São João inicie o processo da construção da nova ala pediátrica.”

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Notícia do lançamento de "O Lobo Mau no Hospital" (FNAC do NorteShopping/22Jul) assinada por Pedro Rodrigues, in cenaberta online (29Jul)

“O LOBO MAU NO HOSPITAL”: UM LIVRO PELO JOÃOZINHO
Apresentado no Porto, na FNAC do NorteShopping em 22 de Julho, "O Lobo Mau no Hospital" é um livro de causas. Uma obra para apoiar a urgente construção do Hospital São João dos Pequeninos, o Joãozinho. Texto de Augusto Baptista, desenhos de Z.L Darocha e design de João Bicker, o livro, editado pela Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto (AJHLP), visa "incentivar acções imperiosas de cariz público que levem à concretização do sonho".


Com a presença de António Augusto Barros, Presidente da Cena Lusófona, Augusto Baptista, autor do texto e membro da Cena Lusófona e da AJHLP, Francisco Duarte Mangas, Presidente da AJHLP, Maria João Baptista, Directora do actual Centro Pediátrico do Hospital São João e António Oliveira e Silva, Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de São João, a apresentação incluiu uma leitura encenada da história, feita por actores da companhia de Teatro A Escola da Noite, de Coimbra.

Agradecendo os contributos dos restantes autores e homenageando em particular “o saudoso pintor Z.L Darocha (1945-2016)", Augusto Baptista (membro da direcção da Cena Lusófona) caracterizou a história como "uma recriação humorada e com final feliz, uma brincadeira, para miúdos e graúdos, em redor do conto do Capuchinho Vermelho". Numa intervenção escrita, que pode ser lida na íntegra aqui, salientou que o livro visa contribuir para que seja dado "o passo imperativo de criar a nova unidade pediátrica do Hospital São João", berço que "acolhe e abraça o melhor de nós, as nossas crianças, os nossos filhos."

Francisco Duarte Mangas expressou a satisfação da AJHLP pela edição de “O Lobo Mau no Hospital” e destacou a tocante posição solidária da FNAC, ao abdicar de qualquer retorno financeiro pela comercialização da obra.

Maria João Baptista agradeceu o envolvimento da comunidade, de que a publicação e a difusão deste livro são exemplo, na sensibilização das autoridades competentes para a urgência de se “construir um espaço digno para a actividade” actualmente desenvolvida pelo Centro Pediátrico do HSJ.

O Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Porto assinalou a “maneira diferente” de olhar as coisas que iniciativas artísticas como este livro permitem e assumiu a “enorme dívida de gratidão”, quer aos promotores e autores do livro, quer à equipa que tem mantido o Centro Pediátrico a funcionar, “em péssimas condições, que não são dignas do século XXI”.

in cenaberta online / PR
Enigma 1966
Os aviões que andam na água chamam-se hidroviões; e como se chamam os barcos que andam no ar?
Augusto Baptista

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Enigma 1965
Qual a probabilidade de acertares no mosquito que à noite te zune ao ouvido?
Augusto Baptista