sábado, 1 de maio de 2021

 Entretido a perscrutar os artigos expostos no balcão, de repente os olhos do freguês tropeçam na papeleta descritiva do produto. Após surpresa, a pergunta:

- Feijão anão! Anão porquê?

Com enfado, a patroa:

- Porque é rasteiro, senhor.

O freguês, cáustico:

- Está mal! Se alguém passar por um anão e lhe chamar rasteiro ele vai sentir-se ofendido.

Olhos em branco, a patroa:

- Qualquer um ficava. Mas um anão não é um feijão.

- Ah!


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